AVISO DE GRANDES MUDANÇAS NO BLOG 

Venham meus queridos, vamos ter uma conversinha

Olá pessoinhas! Tudo bem?

Quanto tempo, né? Sim, faz muito tempo. Muitas coisas mudaram. Inclusive criei um segundo blog para publicar coisas que não me sentia a vontade em escrever aqui no animalivros. E bem, eu realmente senti mais satisfação escrevendo aquelas coisas do que as resenhas aqui. Então…

……………. 

Isso mesmo

…………….

Eu estou saindo do animalivros para escrever no outro blog. MAS NÃO CHOREM. Tenho motivos para não fazerem:

1) Resolvi deixar o blog para um velho amigo do twitter que já postou pequenas coisas aqui, mas não pode continuar por motivos de escola (elas são a casa do demônio). E reparei que não tinha apresentado ele para os leitores na época, exatamente porque estava enfrentando sérios problemas de “ser ou não ser, eis a questão…”. Até estava preparado um post para apresenta-lo á vocês, mas, bem…

Ele nem saiu do rascunho (._.)

2) Posso não escrever aqui, mas estarei postando frequentemente no outro blog! AEEEEEH! Mas que blog é esse monizinha? É um blog chamado “A parte que ignoramos”. E é só clicar nesta frase para entrar nele. *Esperando você clicar*

Eu realmente espero que as pessoas que sempre me acompanharam sigam este novo blog. A maioria sempre elogiou especificamente meu jeito de escrever, então, mesmo que lá seja tudo menos descontraído, talvez vocês tenham uma dose do que gostam do animalivros. (E um aviso: meu nome está mudado, mas é porque andei usando o apelido de Carmen em alguns concursos literária. Ele é bem mais próximos do meu nome verdadeiro, que vocês descobrirão facilmente).

Bem bem, acho que já falei tudo… ai… Aqui, bem agora, na madrugada… dá um aperto no kokoro de simplesmente sair assim do nada. Eu disse para o novo dono do blog que não postaria mais, mas… OH MY HEART HURTS SO HARD RIGTH NOW!!!!

OK, eu pensei em excluir todos os meus post aqui, porque os antigos realmente me enojam. Mas acabei de dar uma navegada e percebi que não é o caso para os mais recentes. Também percebi que sou mais sentimental do que imaginei… 

ENTÃO FAMOS FAZER O SEGUINTE: Eu vou continuar no animalivros. Mas ele não é a minha prioridade no momento. Minha prioridade é AParteQueIgnoramos. Mas eu serei apenas uma escritora comum, meu amigo que se apresentará mais tarde novamente estará no controle da aparência, da organização e do que ele conseguir postar. Eu vou aparecer quando vier a vontade e quando ele precisar de minha ajuda. 

E para finalizar, se vocês estão se perguntando porque criar um novo blog em vez de postar aqui, bem, o conteúdo do outro blog é uma coisa muito pessoal que quero que apenas pessoas que vão levar isto à sério leiam. Então, se vocês não estão interessados em ler sobre ansiedade e depressão, bem, aconselho permanencerem por aqui.

Quem me acompanhara desde os primórdios sabe que tenho o costume de fazer planos e não cumprir (principalmente os de posts escritos na madrugada). Então precisamos de paciência para ver como tudo ficará.

 Ok? Ok.

Bem. Imagino que seja isso. Estou um uma puta preguiça de revisar o que escrevi, aqui vai um resumo pro caso de estar confuso:

O animalivros não é mais meu blog principal e nem animes meu principal foco de escrita. Toda minha atividade estará concentrada num blog chamado A parte que ignoramos. Para o animalivros não ficar abandonado, entrego a função de administrador e escritor principal ao meu velho amigo: .

Muito obrigada pela atenção e pelas leituras e comentários. Espero que não seja nosso último encontro nem no animalivros nem na “parte que ignoramos”.

*Imagina minha assinatura aqui que não coloquei pq tô usando dados móveis”

7 Dias Do Ano

eu venho muito filosofo ultimamente e tenho pensado o que poderia fazer de bom,então,como no titulo do post ,irei escrever um livro com esse nome, de gênero romântico ,critico ,e inspirador,talvez eu poste no AnimaLivros dependendo da avaliações de vocês,venho madrugando noites para trazer o melhor conteúdo,então futuramente eu espero que gostem do “Seven days of Year”

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~Juuzou-San.

Fala Galerinha!~

O ano tem passado muitooooo rápido e eu sinceramente,nem vi direito,mas como primeiro post e inexperiente,venho fazer minha apresentação a vocês ,Sou Juuzou 13..ok sem sarcasmo,eu sou Juuzou suzuya,mas podem me chamar de Juu san,Novo Autor do AnimaBooks(ehehe não aguentei),e espero trazer MUIIIIIIIITAS coisas para este belo,chamativo,delicioso e oc…..para esse grande site ,tenho 16 anos e em breve,pouco breve,farei 17,(mal posso esperar pela festona,doces e pah),então,que venha 2016 e seus empolgantes anime e livros!

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É UM PRAZER E HONRA TRAZER CONTEÚDO DE QUALIDADE A VOCÊS

Voltando pra conversa dos OTPs: JohnLock (Sherlock Holmes)

OK! Eu estou com uma estranha vontade de escrever mesmo sem ter um assunto importante (já tentei continuar com uma das minhas histórias ficcionais, mas nada de criatividade) e bem, não sei como vai ficar o “livros do mês” esse mês. Entretanto, porém, todavia, por sorte tenho algo em minha cabeça que não quer sair… *pausa para adivinhação*

SHERLOOOOOOOOOOCK!!!

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Mais especificamente… JOHNLOOOOOOOCK!!!

Necessito tanto de Sherlock Holmes que tô quase largando os dois livros que estou lendo e pegando uma da desgraça de Conan Doyle, atrasando mais ainda o “livros do mês”.

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OLHA ESSE AMOR; Nota: Johnlock = John + love + sherlock = OTP;

Bem bem, como uma humilde fã de dramas policiais e detetives clichês que fazem deduções absurdas porém impressionantes, as aventuras de Sherlock estão entre as minhas favoritas! Claro que aquele primeiro livro que li “um estudo em vermelho” deixou meu kokoro bem triste ao ter que imaginar um pobre cachorrinho sendo envenenado pelas mão do meu fabulous Sherlock e adoreble John Watson, foi um jeito bem marcante de mostrar para uma garotinha o quão “racional”, “arrogante” e “frio” (acho que “ignorante” também pode entrar) era/é o grande detetive Sherlock Holmes.(Traumas a parte, cheguei a colocar a linha de pensamentos de holmes igualada ao de René Descartes. Exagero? Até hoje não faço ideia, passo em filosofia, mas não aprendo a matéria.)

Para superar o “trauma de infancia”, tirei vantagem do que mais adoro em livros, o poder de imaginar a imagem por mim mesma! Como já disse, adoro colocar um enfeite a mais na leitura e que alvo melhor que o assistente? Aos meus 14/15 anos colocava juventude em Arthur Hastings, ninguém merece aquentar um velho como o Poirot nessa idade! Em sherlock não foi diferente e outra coisa que estava aprendendo para melhorar a leitura era algo chamado “ship“… SIM!

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Para mim Sherlock é um homem racional cuja unica coisa que pode quebrar sua frieza é um gentil e caloroso John Watson, essa é minha base para as aventuras. E o que adorei na série da BBC foi que eles levaram isso em conta!!! É TANTA MINHA ALEGRIA POR ISSO!! Todos repararam que tá rolando um Fanservice BL ali no meio (ou outro só vêem um Brotp, tanto faz, apoio também!) e… AAAAH… essa ultima temporada…

“é dificil encontrar um ponto de pressão em você. Nunca acreditei naquilo das drogas. Em fim, não ligaria se fosse exposto, não é? Mas olha como importa com John Watson. Sua donzela em perigo.” – De Charles Augustus Milverton (Magnussen) para Holmes, Sherlock BBC S3E3.

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É como que, analisando as duas séries mais comentadas atualmente, a bbc coloca a fraqueza de Holmes o próprio John enquanto Elementary (série norte-americana) prefere seguir para as drogas. Na série britânica eles citam as drogas, mas O Grande Sherlock as usam mais como força que defeito. Ou seja, sherlock da BBC ganha mais Sentimento;

Sherlock é domínio publico, ou seja, podemos vê-lo, interpreta-lo e recria-lo como queremos. Qual será a maneira certa? Não tem! Não posso dizer qual é a sua, mas a minha é a minha. A minha opinião para com Elementary é: Odeio quando mudam meu OTP Homossexual para algo hétero, mas não posso cogitar contra a ideia de umA Watson. Minha preocupação é de, como a de muitos, porque vemos mais liberdade em shippar o Johnlock de Elementary do que o Johnlock da BBC? A minha preferencia para o JohnLock da BBC é obviamente causada por uma “doença” chamada “fujoshismo”. Será a ideia de uma conspiração que tanto me agrada? A rebeldia ou o amor proibido?? 

dsclp, eu não consigo deixar de lado esses gifs!! Alias, não tem nada de minha autoria. Todos eles.

dsclp, eu não consigo deixar de lado esses gifs!! Alias, não tem nada de minha autoria. Todos eles.

Ando desesperada pela nova temporada, tenho esperança em um desenvolvimento de Johnlock na BBC. Enquanto espero, me drogo com fanarts, fanfics e webcomics. Essa post foi uma forma de soltar minha empolgação.

John watson x Sherlock Holmes é um shipp antigo que foi fortalecido pela série da BBC. Sempre imaginei algo maior nas entrelinho dos livros, mas nenhuma adaptação que tive o ânimo de ver demonstrou tanta confiança e pouco medo de fazer uma piada ou até um fansevise aleatório como esta.  Como diz os 4 Non Blonde, “I pray every single day for a revolution” que faça o tradicionalismo de obras classicos ser superado por algo que vale tanto quanto o autor: A opinião do publico (e o preconceito homossexual né, mas creio e espero que não seja falsa esperança, que isto não é tão distante na Inglaterra e outros da Europa).

BONUS:

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Adeus, lindos!

Adeus, lindos!

Orações para bobby (filme LGBT)

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Oi pessoinhas! Tudo bem?

Olha olha quem tomou vergonha na cara e veio escrever uma resenha! “Mas Monny, como assim outro Boy Love???” Então… Tecnicamente não é um BL por que não tem romance como tema principal. Ok? Ótimo. Estou de ressaca pelo fim de Junjou Romantica 3 e nada melhor para parar a ressaca do que beber mais! (BRINCADEIRA CRIANÇAS! não façam isso) Vi uns do gênero e pretendo ver mais, então preparem-se. Agora ao que interessa:

Baseado em fatos reais, Orações para Bobby ou “Prayers for Bobby” conta a história de uma família muito (muito) religiosa onde um de seus integrantes descobre-se gay. Focando mais no integrante homossexual (Bobby, um dos filhos numa família “”””tradicional””””) e sua mãe, que faz de tudo para salvar a alma de seu bebezinho através da cura gay, porém, como os fatos podem provar, a cura gay nunca acaba bem.
Não quero dar mais detalhes para não estragar a surpresa, mas em outras sinopses é fácil pegar mais detalhes, então aconselho a se jogar no filme sem nada nem menos, apenas sentir o choro chegando (e mantenha em mente: Fatos reais).

Já deixando claro que é um filme sério. Leva em conta o principal problema que a comunidade LGBT enfrenta atualmente: A religião (cristã, no caso). Já ouvi que o filme é obrigatório para os fãs do LGBT nas mídias. Também acho que é essencial para quem tem um parente homo na família, ou para quem convive com os mesmos no dia a dia (todos nós no caso, vamos ser realistas né). A amplitude do assunto tratado me faz recomendar para todos, quem não gosta de trama, vale a pena aquentar as várias lagrimas que virão e quem gosta de drama, sorte sua! Tenho um apelo sentimental por esse filme, lembro que no fundamental II uma professora gastava aulas e aulas passando filmes com teor religioso cristão, uns bem pesados psicologicamente, entes que alguém venha dizer algo, mas nenhum mostrando os lados ruim que uma fé não questionada pode causar.

E aos cristãos: Não desista do filme! Ele não vai falar mal da sua religião, pelo contrario. O filme é contado pelo visão de uma família cristã com uma fé grande e sua busca pela aceitação da homossexualidade sem “pecar”, vamos dizer assim. Ou seja, eles buscam motivos através das próprias palavras de jesus e história da bíblia

*clique para ampliar*

 

Um palavra para definir o filme: Choro. Prepare uns lenços, um chocolate (vegano de preferência) e/ou uma bebida das boas. Fazia tempo que não chorava tanto! Qual foi a última vez? Em Mawaru Penguindrum? Fuyu no Semi? Fuyu no Semi.

OK, OK, como posso dizer? A atuação é 10/10, os atores transmitem o emocional perfeitamente, você pode sentir o que os personagens sentem. Você não precisa ser gay para saber o que o Bobby sente, está obvio que a intensão era alertar aos familiares sobre os perigos de julgar a homossexualidade pelo que dizem, com ignorância e mente fechada. Como diz a frase: “Antes de ecoar ‘Amém’ na sua casa e no lugar de adoração, pensem. Pensem e lembrem-se. Uma criança está ouvindo“.

Se estiver disposto a receber uns spoilers (porém um spoiler emocionante), deixo um trecho do filme:

Não se preocupem os mortais, o filme não tem teor sexual forte. Apenas um beijinho aqui e um mamilo ali. Quanto as fujosis… Bem, vamos deixar o Lemon pro Kuroneko Kareshi, né?

“Eu sei porque Deus não ‘curou’ o meu filho. Ele não o curou porque não havia nada de errado para ser curado”.

Elenco (lembrando que sempre, só coloco os atores mais importantes):

Diretor: Russell Mulcahy

  • Sigourney Weaver (Personagem: Mary Griffith)
  • Ryan Kelley (Personagem: Bobby Griffith)- Ai ai… Meu ben 10 de tanquinho…
  • Henry Czerny (Personagem: Robert Griffith)
  • Austin Nichols (Personagem: Ed Griffith)
  • Carly Schroeder (Personagem: Joy Griffith)
  • Dan Butler (Personagem: Reverendo Whitsell)
  • Rebecca Miller (Personagem: Jeanette)

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Hybrid Child: Os vivos sofrem mais que os mortos

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Nota: Clique nas imagens para ampliar! (ver galeria)

Hybrid Child é um mangá escrito pela tão conhecida Shungiku Nakamura, famosa por Junjou romantica e Sekaiichi hatsukoiHybrid Child me deixou surpresa, conheço os trabalhos da Nakamura-sensei pela comédia. São aquelas obras que gosto de ver “para me sentir bem” e descansar entre outras obras complicadas e tristes. Mas quem diria, não foi assim com Hybrid Child. Primeiramente algumas informações:

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Os volumes 10 e 12 de seu mangá mais conhecido, Junjou Romantica, chegaram a entrar na lista semanal no New York Times de graphic books mais vendidos, ocupando, respectivamente, a 6ª (11 de julho de 2009) e a 4ª posição (10 de setembro de 2010).

  • É originalmente um mangá, mas vou falar sobre sua adaptação para anime; (ainda não li o mangá)
  • Nota: os prints foram tirados pelos episódios disponíveis pela Tsukinime;

Formato: OVA com 4 episódios;

Duração: Episódio normal, cerca de 24 minutos;

Sinopse: “em alguns aspectos, eles são como espelhos. Não são nem maquinas, nem bonecos. Eles crescem refletindo o amor que refletem de seus donos(…)” eles são os Hybrid Child, seres criados por um alquimista, podem ser humanos, sentir como humanos, porem comercializados, as vezes tratados como simples bonecos. A história gira em torno de 3 casais  diferentes, hybrid(s) e seus donos e é claro, seu criador. (Você percebe no final que eles tem ligação um com o outro, mas se contar é spoiler)

Bem, desde o primeiro episódio já subi com minhas expectativas. Claro que a demora pros fansubs legendarem quase me matou, mas o publico fujoshi é uma força tão unida que sempre alguém dá um jeitinho! Episódios disponíveis com legenda em português brasileiro, o pessoal do twitter me avisando (OBRIGADO), tive um dos melhores (ou mais tristes) 48 minutos da minha vida, assistindo os 2 últimos episódios.

Como posso dizer… Hybrid Child pode ser considerado original tanto dentre os trabalhos da Nakamura quanto dentre os animes em geral. A questão de igualar máquinas com humanos não é de hoje, claro, mas a forma que foi tratada, pelo menos nos 4 OVAs merece uma atenção. Nakamura pega algo incomum para ela, mas ainda é possível ver suas características por todo lado, isso deixou o Hybrid Child incrivelmente carismático, engraçado e marcante. Os produtores do anime sabem: Nakamura é um grande nome, não podemos fazer feio só por causa do gênero. Mesmo levando em consideração temas como morte, a famosa questão do “que é ser humano?” ou deixando, como vocês poderão ver no final, um ponto de pensamento bem interessante em relação à amar e ser amado, os OVAs mantem sempre o foco no lado positivo disso tudo, como se enquanto houver amor o mundo continua girando.

Não é desenvolvida a parte técnica. Por exemplo: “Como os hybrid child funcionam? Crescem graças ao amor de seus donos. Tá, que mais? Do que eles são feitos? É coisa de um meteorito tipo Astroboy? Com certeza a criação dos hybrid tem mais impacto social do que um simples romance fofo!” Os mais exigentes, se tomarem a iniciativa de ver um BL, com certeza irão criticar esse lado. Bem, achei a explicação dada simples e aceitável, o foco são os personagens, seus passados e mistérios, seus relacionamentos e companheiros, com estes temas tão bem desenvolvidos, não acho que precisa de melhorar o lado técnico e ficcional.

Vale a pena ver o anime uma segunda e talvez terceira vez para encontrar pontos que antes passaram esquecidos. Eles fizeram relações interessantes com o cenário, cena e momento. Quem gosta de quebrar um pouco a cabeça, mas não com algo exato demais, Hybrid Child é uma ótima pedida. A trilha sonora é calma e quase sempre retilínea com alguns momentos mudos, pode deixar os menos interessados entediados, porém, somando com a beleza do cenário fica algo tão nostálgico quanto aquele lugar que você adorava ir quando criança.

Eles mexeram no traço da Nakamura-sensei. Nunca gostei muito, mas admito que é algo só dela e o que mais marca. Para falar a verdade, os traços dela são sim bonitos, porém desproporcionais, como os da CLAMP. Infelizmente a desproporção não me agrada tanto como a CLAMP, mesmo assim, o que gosto nela (de coração e olhos), são as expressões faciais. Os rostos da Nakamura são os mais originais e lindos que tenho o prazer de ver!
Assim como fizeram com o atual Junjou romantica (terceira temporada) e com o especial de Sekai ichi, mudaram o traço para algo mais “proporcional”, vamos dizer assim, mas sem esquecer a marca da autora. Ficou aquele meio termo que dá certo só de vez em quando. E deu certo!

Resumindo tudo Hybrid Child é um romance carismático com tudo que tem direito: comédia, drama, amor impossível, brigas e desencontros, beijos e sexo com cenas cortadas porém perceptíveis. Trilha Sonora aos instrumentos clássicos europeus. Recomendo para todos que se identificam, até para os que não, pois sempre é bom ver algo diferente. No fim digo uma coisa: Você não pode ter bom gosto se não gostar de pelo menos uma coisinha de Hybrid Child.

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BONUS:

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A imagem não é minha!

Mais ouvidas da semana!

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(clique na imagem para ler o manga online X3 )

Olá pessoas! Vamos começar o segundo post dos Mais ouvidos da semana, com aquelas músicas que mais ouvi desde a ultima postagem!

E começando com uma música beeem antiga. Não tenho, ou melhor, não tinha o costume de ouvir a música, mas conhecia, claro. Estava lendo o mangá acima (New york, New York) quando os personagens começaram a dançar ao som do radio e de repente começa “Lollipop Lollipop!” e AAAAAH! A cena foi tão linda! O mangá estava me rendendo tantos Fellings que pesquisei a musica no youtube e não parei de ouvir😄 (ai, esses mangás antigos).

Os Chordettes- Lollipop

A música é originalmente do Julius Dixson e da Beverly Ross, mas a versão do video é do grupo feminino Chordettes.

Depois que finalmente consegui ouvir outra coisa além de pirulitos, eu passei para The Door e The Who! Infelizmente não mais que estas duas músicas… E ainda os som forte e contagiante dos Beatles e Kiss! Saindo um pouco do estilo que tomou a semana, Silversun Pickups e R.E.M apareceu trazendo um pouco de Indie e Britpop. Por fim, como poderia ficar sem ouvir algo do Pearl Jam?

The Doors – Light My Fire

The Who – I Can’t Explain

Kiss – I Love Loud

The Beatles – Get Back

Silversun Pickups – Kissing Families” (essa música de novo sim, porque adoro ela *3* )

Talking Heads – Psycho Killer

R.E.M. – Imitation Of Life

Pearl jam – Got Some

Video Clip da Semana! —–> Beastie Boys – Sabotage

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